Projeto Livro Livre

 Projeto Livro Livre – Livros Grátis em PDF



O “Projeto Livro Livre” é uma iniciativa que propõe o compartilhamento, de forma livre e gratuita, de obras literárias já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada, especialmente o livro em seu formato Digital. 

No Brasil, segundo a Lei nº 9.610, no seu artigo 41, os direitos patrimoniais do autor perduram por setenta anos contados de 1° de janeiro do ano subsequente ao de seu falecimento. O mesmo se observa em Portugal. Segundo o Código dos Direitos de Autor e dos Direitos Conexos, em seu capítulo IV e artigo 31º, o direito de autor caduca, na falta de disposição especial, 70 anos após a morte do criador intelectual, mesmo que a obra só tenha sido publicada ou divulgada postumamente. 

O nosso Projeto, que tem por único e exclusivo objetivo colaborar em prol da divulgação do bom conhecimento na Internet, busca assim não violar nenhum direito autoral. Todavia, caso seja encontrado algum livro que, por alguma razão, esteja ferindo os direitos do autor, pedimos a gentileza que nos informe, a fim de que seja devidamente suprimido de nosso acervo. 

Esperamos um dia, quem sabe, que as leis que regem os direitos do autor sejam repensadas e reformuladas, tornando a proteção da propriedade intelectual uma ferramenta para promover o conhecimento, em vez de um temível inibidor ao livre acesso aos bens culturais. Assim esperamos!

Até lá, daremos nossa pequena contribuição para o desenvolvimento da educação e da cultura, mediante o compartilhamento livre e gratuito de obras sob domínio público, como estas que disponibilizamos gratuitamente em formato PDF.

É isso!

Iba Mendes
iba@ibamendes.com

Ateu convicto agride colega que se parecia com Jesus ((rs))

É comum aos ateus militantes (ou xiitas) fazerem uso do fanatismo religioso para tentar justificar suas crenças ingênuas de que as religiões – necessariamente – produzem atitudes extremadas. Ignoram, entretanto, que o fundamentalismo não é exclusividade de crenças religiosas, mas sim  uma característica intrínseca ao ser humano, seja lá qual for sua filosofia ou o seu estilo de vida.

Esta notícia publicada no jornal americano “Daily News America”, se não corrobora o que escrevo, ao menos indica que o extremismo também perambula pelas "chiques e perfumadas" esferas do ateísmo a la Richard Dawkins. 

Segundo o referido periódico, Gustav Potthoff (vide imagem), que se declarou um ateu convicto, agrediu com uma faca o seu companheiro de quarto, na Flórida, porque ele (o seu amigo) apresentava alguma semelhança com Jesus Cristo, o que ele confessou na delegacia. Para sua defesa Potthoff exigiu um advogado que partilhasse igualmente do seu ateísmo.

Ou seja: quando falamos em extremismo o buraco é sempre mais embaixo. Ou como diria um antigo colega de trabalho: “não aponte minha sujeira com seu dedo sujo!”

É isso!

Astrônomos confirmam a Teoria do Big Bang

A Nebulosa da Tarántula, em imagem do telescópio "Hubble (NASA)


Pelo menos é o que acaba de divulgar, ou melhor, alardear, a imprensa Internacional.  Trata-se da descoberta de ecos da expansão do Universo após o Big Bang.

Astrônomos do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsoniano (CFA) anunciaram que detectaram, pela primeira vez, as ondas gravitacionais presentes no Universo primitivo, no período explosivo de expansão denominado “inflação”. Segundo os cientistas envolvidos na pesquisa, trata-se da confirmação mais importante até agora, no que concerne às teorias sobre a inflação cósmica: “Detectar este sinal é um dos maiores objetivos da cosmologia na atualidade”, afirmou John Kovac, o principal responsável pela descoberta do CFA. “É como encontrar agulha no palheiro”, acrescentou Clem Pryke, que também faz parte da equipe  de pesquisadores da Universidade de Minnesota.

Não é a primeira vez que uma “descoberta científica” é apresentada pela imprensa como se fosse a descoberta do santo graal. 

Isso em si já me deixa com um pé atrás. Não que eu tenha algo contra o Big Bang (se ele aconteceu ou não isso em nada vai mudar a direção dos ventos). Todavia, o que me faz recear de todo esse alarde, é o fato de que se trata de um campo muito fértil para especulação, assim como o é no âmbito da Teoria da Evolução.

Como diria o dito popular: “devagar que o santo é de barro”.

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Links para mais informações (não tão importantes):






É isso! 

Tinga e o darwinismo

Não foi a primeira vez que manifestações racistas se fizeram presente em estádios de futebol contra jogadores negros. Na Europa isso era muito corriqueiro, até os clubes começarem a ser responsabilizados pelo que faziam seus torcedores. Aí a coisa começou a mudar.

O que os torcedores peruanos fizeram ontem, quando jogavam Cruzeiro e Real Garcilaso, nada mais foi do que uma imitação imbecilizada dos europeus, os quais inventaram e espalharam ao mundo o conceito racista de semelhança entre o negro e o macaco.

Até o advento do darwinismo social, iniciado na Inglaterra, especialmente com Spencer, Galton, Darwin, entre outros, não havia racismo nesse aspecto restrito. Foi apenas com o surgimento dos ideais de evolução com o sentido de “progresso” que o homem, especialmente o africano, passou a ser ligado a um suposto ancestral humano e os símios. 

Esse argumento racista sustentou ideologicamente por décadas o regime segregacionista na África do Sul. Dizia-se que o negro, por seu “estágio evolutivo inferior” não podia ser socialmente igual ao branco “civilizado”, daí toda a opressão que levaram adiante contra este povo.

Lamentavelmente esta mentalidade darwinista ainda perdura em pleno século XXI. É o tipo de ideologia perversa, que humilha o ser humano e o coloca no mesmo patamar de um animal irracional.

Quando me oponho ao darwinismo, alguns me criticam por estar “contra a ciência”; porém, sabe-se que do rótulo de “ciência” se utilizaram os nazistas e outros grupos políticos, com o intuito de exterminar minorias. Aliás, não é possível desvincular a ciência de qualquer outro sistema social vigente numa determinada sociedade. Todos são suscetíveis de manipulações para propósitos político-ideológicos diversos. 

Não há, pois, dúvida de que o darwinismo foi uma arma atroz para a humanidade durante muito tempo. Sob pretexto de que se faziam ciência, grupos humanos ao redor do mundo foram estigmatizados e lançados no buraco escuro do racismo.

O que ocorreu com o jogador Tinga é apenas uma mostra de como velhos e superados conceitos podem ser “reciclados” para os mesmos fins de quando foram formulados. É que estão arraigados nas almas dos imbecis, na sua índole torpe. Que os reprima então a Lei!!!


É isso!

O ateísmo religioso mostra sua cara

Já havia discorrido sobre o assunto em muitas outras ocasiões. Ou seja, sobre a nova modalidade ateísta, cujas características remetem  - paradoxalmente - ao legado religioso e sectário ao longos das épocas. Fazendo uso das mesmas estratégias e com a  mesma intolerância de muitos grupos religiosos de outrora, a nova vertente ateísta, aos poucos, vai revelando  sua verdadeira face.
Agora, para coroar suas reais aspirações, fundou em Londres, na terra de Richard Dawkins, uma congregação, espécie de ordem religiosa às avessas, com o pomposo nome de “The Sunday Assembly”, já apelidada de “Igreja Sem Deus”. 
Aos domingos reúnem-se para cantar, para testemunhar suas descrenças e para pregar suas crenças na ciência, tudo aos moldes da religião, inclusive com direito à “sacolinha”, na qual generosas ofertas são depositadas com o intuito de expandir a outros horizontes a nova doutrina do “não-deus”.
A crítica obviamente não recai sobre os direitos dessas pessoas em exercerem com total liberdade suas descrenças e rebeldias contra o sistema religioso tradicional. A questão, na minha concepção, e aí reside a incongruência, está no fato de usarem das mesmas armas da religião para combatê-la, dentre as quais a intolerância e o ódio. No fundo é uma religião tomando o lugar de outra.


É isso!

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Origem das imagens:
www.smh.com.au 
www.standard.co.uk 
http://www1.folha.uol.com.br/

Richard Dawkins: o maior pensador da atualidade?


Numa enquete divulgada recentemente pela revista britânica Prospect, dentre os 65 nomes de supostos “principais” pensadores da atualidade, o primeiro lugar ficou para o zoólogo ateísta Richard Dawkins, autor do famigerado “Deus, um Delírio”, uma espécie de  manual panfletário para os novos ateus. Dawkins “deixou para trás” nomes tais como do  filósofo Slavoj Žižek e Mohamed ElBaradei, diplomata egípcio e ganhador do prêmio Nobel da Paz em 2005. Em terceiro lugar desponta outro militante ateísta, Steven Pinker, que afirmou ser Deus apenas uma muleta para explicar o que ainda não se tem conhecimento.

Do resultado dessa pesquisa de opinião é possível destacar dois principais pontos. O primeiro, penso eu,  é o simples reflexo de um tempo no qual as referências intelectuais  que mais sobressaem para as massas sejam aquelas que mais visibilidade tem na mídia de um modo geral. O segundo ponto recai no uso da Internet como um poderoso instrumento de manipulação ideológica. Haja vista, por exemplo, que a nova vertente neo-ateísta cresce e floresce sob o universo online, especialmente as chamadas redes sociais. O “armário” do qual saem esses novos ateus são os vários computadores e dispositivos conectados à rede mundial, ou seja, a Internet. Não foi à toa que dois dos três primeiros nomes escolhidos sejam da ala militante do não-deus na atualidade. Não fora isso, seria impossível compreender como o nome do escritor Gabriel José García Márquez esteja fora desta lista de “principais pensadores”. ((rs))

Seria isso o princípio da decadência intelectual no mundo Ocidental? 

A questão talvez não seja a carência de grandes intelectuais, mas a ausência de “grandes” leitores e de bons críticos!

É isso!

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Segue a lista completa, com os 65 nomes, conforme a revista Prospect:

1. Richard Dawkins
2. Ashraf Ghani
3. Steven Pinker
4. Ali Allawi
5. Paul Krugman
6. Slavoj Žižek
7. Amartya Sen
8. Peter Higgs
9. Mohamed ElBaradei
10. Daniel Kahneman
11. Steven Weinberg, physicist
12. Jared Diamond, biologist
13. Oliver Sacks, neurologist and author
14. Ai Weiwei, artist
15. Arundhati Roy, writer
16. Nate Silver, statistician
17. Asgar Farhadi, filmmaker
18. Ha-Joon Chang, economist
19. Martha Nussbaum, philosopher
20. Elon Musk, businessman
21. Michael Sandel, philosopher (see below)
22. Niall Ferguson, historian
23. Hans Rosling, statistician
24 = Anne Applebaum, journalist
24 = Craig Venter, biologist
26. Shinya Yamanaka, biologist
27. Jonathan Haidt, psychologist
28. George Soros, philanthropist
29. Francis Fukuyama, political scientist
30. James Robinson and Daron Acemoglu, political scientist and economist
31. Mario Draghi, economist
32. Ramachandra Guha, historian
33. Hilary Mantel, novelist
34. Sebastian Thrun, computer scientist
35. Zadie Smith, novelist
36 = Hernando de Soto, economist
36 = Raghuram Rajan, economist
38. James Hansen, climate scientist
39. Christine Lagarde, economist
40. Roberto Unger, philosopher
41. Moisés Naím, political scientist
42. David Grossman, novelist
43. Andrew Solomon, writer
44. Esther Duflo, economist
45. Eric Schmidt, businessman
46. Wang Hui, political scientist
47. Fernando Savater, philosopher
48. Alexei Navalny, activist
49. Katherine Boo, journalist
50. Anne-Marie Slaughter, political scientist
51. Paul Collier, development economist
52. Margaret Chan, health policy expert
53. Sheryl Sandberg, businesswoman
54. Chen Guangcheng, activist
55. Robert Shiller, economist
56 = Ivan Krastev, political scientist
56 = Nicholas Stern, economist
58. Theda Skocpol, sociologist
59 = Carmen Reinhart, economist
59 = Ngozi Okonjo-Iweala, economist
61. Jeremy Grantham, investment strategist
62. Thomas Piketty and Emmanuel Saez, economists
63. Jessica Tuchman Mathews, political scientist
64. Robert Silvers, editor
65. Jean Pisani-Ferry, economist

Os "Ateulibans"

Por: Iba Mendes

Taliban é uma palavra árabe que designa um movimento islâmico de características fundamentalistas e nacionalistas, especialmente no Afeganistão. Dentre as ações de que se incumbe a organização, destaca-se o modo de proceder dos chamados homens-bombas, os quais, em nome de sua fé e ideais, explodem os próprios corpos, levando consigo o maior número possível de “infiéis”.

O modo radical de agir dos talibans é frequentemente atribuído à religião, como se atos terroristas fossem uma peculiaridade de crentes e religiosos. Um exemplo que destoa desta rotulagem preconceituosa, diz respeito ao movimento separatista ETA, o qual é de tendência marxista-leninista e que, também, faz uso do terrorismo como arma em defesa de seus objetivos ideológicos. 

Metaforicamente, portanto, o termo “taliban” pode ser utilizado para exemplificar o modus operandi de qualquer grupo considerado extremista, que apregoa a intolerância e o ódio na sociedade. Um exemplo recente refere-se ao movimento neo-ateísta, que se expandiu pelo mundo, principalmente, após o advento da Internet e das redes sociais.

É o principal expoente desse grupo fundamentalista o zoólogo inglês Richard Dawkins, autor do livro “Deus, um Delírio”, com o qual busca provar que a crença em Deus é, na realidade, uma grande ilusão. Seu ódio contra a religião é de tal monta que chegou ao ponto de elaborar uma teoria específica para tentar explicar a propagação universal da fé, teoria essa denominada “memes”. Segundo Dawkins a fé é como o vírus da varíola, porém, mais difícil de ser erradicado. Embora diga que não ataca uma religião em especial, na prática o seu fundamentalismo é destilado mais intensamente em relação ao cristianismo e ao islamismo, o que pode ser explicado pela maior influência dessas religiões nas sociedades de um modo em geral. 

Especialmente a partir de Dawkins, surgiram em todo o mundo vários grupos de tendências extremistas, todos incumbidos ao combate dos “males da fé”. Dentre as muitas estratégias desses grupos fundamentalistas para difundir o ódio contra a religião, destacam-se as manifestações públicas, as cruzadas, os conclaves, as  passeatas, os atos blasfematórios, os programas televisivos, os espaços em jornais, a publicação de livros e, preponderantemente, a utilização da Internet, com mais ênfase para as chamadas “redes sociais”. Outra estratégia de que fazem uso para buscar apoio é a utilização do “politicamente correto”, quando se dizem vítimas de preconceitos dos religiosos, a que que denominam de "ateofobia". 

Uma característica importante dessa nova modalidade de ateísmo recai no fato de grande parte dos seus propagadores serem de idade jovem. É o tipo de ateísmo que se pode denominar “folhetinesco”, sem profundidade filosófica e baseado, sobretudo, no conteúdo da Internet, em blogs e sites dedicados ao assunto. Ao contrário do “ateísmo clássico”, que se pauta em aspectos existências e filosóficos da vida, essa nova vertente ateísta existe apenas e tão somente para combater os “males da religião”, daí ser comum por parte de seus defensores o uso dos mais variados termos torpes contra aqueles que professam algum tipo de crença. São os chamados “rebeldes sem causas”, os quais julgam que, blasfemando contra os deuses, rasgando bíblias e cuspindo nas portas dos templos, estão revolucionando o mundo. Eis aí os novos “ateulibans”... 


É isso!

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Imagem:
http://marymagdalen.blogspot.com.br/

IV Simpósio Internacional Darwinismo Hoje, com a presença de Michael Behe

O já consagrado evento "Simpósio Internacional Darwinismo Hoje", em sua 4ª edição, terá a considerável presença do famoso cientista Michael Behe, o autor do livro "A Caixa Preta de Darwin", a obra que introduziu mais intensamente a Teoria do Desenho Inteligente (Tedeísmo) nas discussões científicas mundo afora. O evento que ocorrerá nos dias 22 a 24 de outubro de 2012,  contará ainda com as presenças de: Marcos Eberlin, Enézio de Almeida, Aldo de Araújo, entre outros nomes. 
A ordem dos eventos programados  para a data é o seguinte:
É isso!

Wallace, Darwin e os fatos...


“Papagaio come milho, periquito leva a fama!”, diz o ditado popular.

Por que, afinal, Alfred Russell Wallace ficou historicamente renegado ao segundo plano quanto à criação do famigerado conceito de "seleção natural"?

Por quais motivos, afinal, Charles Darwin passou para a história como sendo o grande e original elaborador desta idéia?

Bem. Para quem acredita que “a propaganda é alma do negócio”, vá lá, não é tão complicado compreender as razões desta incoerência; e, para aqueles que, na onda do “Maria–vai-com-as-outras”, acreditam em tudo que convém à sua crença dogmática, vá lá, também não é tão difícil entender esta contradição; mas, para quem acredita que “há algo podre no reino da Dinamarca”, bom, neste caso é melhor examinar os fatos...

Inicialmente, é bom que se diga que Wallace, ao contrário de Darwin, rejeitou a idéia de que a mente humana pudesse ter sido derivada de primatas. Para ele apenas a espiritualidade poderia explicar tal fenômeno.

Espiritualidade?
Opa! Então isto comprometeria à ideologia materialista emergente?
Hum... Uma boa suspeita!

Em 1855, Wallace publicou um ensaio concernente à distribuição geográfica das espécies que remetia fortemente ao conceito de evolução. Darwin, temendo que sua “originalidade” fosse superada, apressou rapidamente a publicação de seu “A Origem das Espécies”, em 1858. E, com o amplo apoio de Lyell, Hooker e ideólogos positivistas e naturalistas “deixou à vida para entrar na história”. 

É isso!

Homem e chimpanzé: desconstruindo o mito


O visitadíssimo blog do incansável Enézio trouxe há algum um tempo um esclarecedor artigo do geneticista e pesquisador da Universidade da Flórida, Richard Buggs, o qual contesta, com novos dados, o famoso mito do 1% de semelhança genética entre o homem e o chimpanzé. 

Segundo esse cientista, o número 98.5% de semelhança entre chimpanzés e humanos, quando comparados à luz do estudo do genoma, é muito enganador. E explica o porquê:

"Para compararmos os dois genomas, a primeira coisa que nós devemos fazer é alinhar as partes de cada genoma que são semelhantes. Quando nós fazemos este alinhamento, nós descobrimos que somente 2.400 milhões das 3.164 milhões de letras do genoma humano se alinham com o genoma do chimpanzé — isto é, 76% do genoma humano. Alguns cientistas argumentaram que os 24% do genoma humano que não se alinha com o genoma do chimpanzé é o inútil DNA “lixo”. Todavia, parece que agora este DNA pode conter 600 genes que codificam proteínas, e codificam também moléculas de RNA funcionais.

Olhando detalhadamente a semelhança do chimpanzé em 76% do genoma humano, nós descobrimos que para fazermos um alinhamento exato, freqüentemente nós temos que introduzir lacunas artificiais ou no genoma humano ou no genoma do chimpanzé. Essas lacunas dão outros 3% de diferença. De modo que agora, nós temos uma semelhança de 73% entre os dois genomas.

Nas sequências bem alinhadas nós agora descobrimos outra forma de diferença, onde uma única ‘letra’ é diferente entre os genomas humano e do chimpanzé. Essas letras fornecem outro 1.23% de diferença entre os dois genomas. Assim, o percentual de diferença está agora em torno de 72%.

Nós também encontramos locais onde os dois pedaços de genoma humano se alinham com apenas um pedaço do genoma do chimpanzé, ou dois pedaços do genoma do chimpanzé se alinham com um pedaço do genoma humano. Esta “variação de número de cópia” causa outra diferença de 2.7% entre as duas espécies. Portanto, a semelhança total dos genomas pode ser abaixo dos 70%".

É isso!



Os darwinistas e seus telhados de vidro


É comum, entre os devotos de Darwin, rotular de maneira tendenciosa o Tedeísmo (Teoria do Desenho Inteligente) de pseudociência, como se fizessem parte de uma Teoria que fosse  a síntese da excelência científica. Todavia, dentro dos critérios comumente usados para se definir uma teoria como experimentalmente testável, a Teoria da Evolução entra, por exemplo,  no mesmo bojo da Psicologia. Tanto uma quanto a outra  não se enquadram nos cinco requisitos básicos para que uma teoria seja de fato considerada científica. São estes os requisitos: 

1. Terminologia definida de forma clara (o sentido de “evolução”, por exemplo, é tão amplo e diversificado quanto seus enunciados).

2. Quantificabilidade (não se pode avaliar com precisão os grandes eventos macroevolutivos).

3. Condições experimentais rigorosamente controladas (não é possível fazer experimentos inter-espécies, mas apenas intra-espécies, que são as mudanças morfológicas que se dá no interior de um grupo de seres vivos da mesma espécie).

4.  Reprodutibilidade (não é possível reproduzir os eventos macroevolutivos).

5. Testabilidade e previsibilidade (não é possível organizar uma confrontação verdadeiramente definitiva com os diversos "dados" em questão, por exemplo: dados decorrentes da classificação, da paleontologia, da anatomia comparada, da genética, da embriologia, da biogeografia etc). 

É isso!

Os fósseis não falam...


As grandes agências de propaganda têm muito que aprender com os marqueteiros darwinistas. Sim, porque qualquer descoberta realizada por estes logo é convertida numa epopéia digna de uma grande produção de Hollywood!

Houve uma época em que alguns deles conseguiram a proeza de transformar um simples dente de uma espécie de porco já desaparecida num “perfeito” elo de transição! E, mais recentemente, a propaganda darwinista exibiu com grande ostentação o famigerado celacanto (uma espécie de peixe), apresentando-o como uma forma transicional pelo fato de ter nadadeiras ósseas, porém quando foi descoberto um espécime vivo, constatou-se que ele não usava tais nadadeiras para andar ou levantar-se! O mais novo “garoto-propaganda darwinista chama-se Tiktaalik roseae!

A busca por fósseis que pudessem fornecer os indícios necessários para provar as teses de Darwin sempre foi uma das grandes utopias da “linha de frente evolucionista”! Daí as muitas alterações de dados e crassas falsificações, como a do Homem de Piltdown, homem do Nebrasca, o Archaeoraptor, entre outras...

A realidade, porém, é que até o momento nenhum dos fósseis apresentados pelos darwinistas foi suficiente para demonstrar uma sucessão evolutiva gradual nos estratos uniformes nas diversos períodos e eras geológicas. Todos os registros fósseis trazidos à tona até o momento foram imperfeitos (o que é de praxe dos fósseis). Eles são o que dizem ser, fundamentalmente pelas interpretações dadas por aqueles que os "interpretam."

Aqui cabe um dado de extrema importância. Em seu livro “A Falsa Medida do Homem”, Stephen Jay Gould apresenta inúmeros exemplos de como a subjetividade orientada para a obtenção de resultados preconcebidos foram importantes para que muitas teorias raciais fossem tidas como à prova de qualquer refutação. Neste caso não se tratavam de falsificações, mas de interpretações que justificaram as conclusões pretendidas. Ou seja, quando se quer a todo custo encontrar “provas” que corroborem o que se busca, de algum modo tais "provas" serão “encontradas”.

O autor citado faz menção, entre muitos exemplos, de Paul Broca, que, através da medição de crânios de diversos povos chegou à “conclusão irrefutável” de que os negros, os índios, as mulheres etc., eram “comprovadamente” inferiores aos europeus. Sobre ele, diz Gould: “Broca acreditava, presumo, que com sinceridade, que só obedecia aos fatos, e que seu êxito na confirmação das hierarquias tradicionalmente aceitas era o resultado da precisão de suas medições e do cuidado com que estabelecera procedimentos passíveis de repetição” (p. 77).

A mesma situação PODE está ocorrendo ATUALMENTE no âmbito darwinista em relação às interpretações dadas aos muitos fósseis que rotineiramente são apresentados. A par disto, cabem aqui estas indagações:

Até que ponto idéias preconcebidas não são preponderantes para que se chegue à conclusão, por exemplo, de que o homem de Neanderthal não seja de fato um homem moderno? Até que ponto a diferença genética de 0,5% que dizem nos separar dele não é fruto dessas mesmas idéias preconcebidas?


Sim, porque os fósseis não falam!

O Darwinismo fora do currículo escolar da Coréia do Sul

Quem diria, o país com melhor índice educacional de todo mundo, varreu o Darwinismo do seu sistema educacional. Se fosse no Brasil, Haiti, Serra Leoa, Afeganistão, vá lá, entenderíamos, porém, como isso pode ter acontecido num país que preza o estudo e a ciência? ((rs))
Classificação Mundial de Educação  em Ciência, Matemática e Leitura

Entre as razões que levaram o governo coreano a seguir por tal caminho, refere-se aos inúmeros erros sobre evolução encontrados nos livros didáticos. Por exemplo, a utilização dos tentilhões de Darwin como prova  das grandes mudanças, muito bem tipificada na Ancestralidade Comum Universal. Um caso mais recente que acendeu ainda mais o desejo dos coreanos em excluir o darwinismo do ensino secundário, diz respeito às recentes descobertas, que revelaram ser o Archaeopteryx um dos muitos dinossauros com penas, em vez de um elo entre estes e as aves. 

Como é de praxe, quando se contesta os dogmas estabelecidos, os devotos de Darwin lançaram a culpa no Criacionismo, alegando que os religiosos influenciaram na decisão. 
A notícia repercutiu na Nature 

Seja como for, o fato é que  a imposição deliberada, seja de qual âmbito for,  quase sempre culmina em opressão. O Darwinismo, em nome da ciência, impõe - academicamente - sua cadeia de força em quase todo mundo, semelhantemente ao que fazia a religião medieval, que não aceitava críticas ou contestações aos seus dogmas. Mas aí chega um momento em que a canga se torna pesada demais, aí vem a revanche...

É isso!

O conceito de "raça" em Charles Darwin

O racismo não é um fenômeno específico das sociedades modernas. Desde os tempos mais remotos, o conceito de “raças inferiores e raças superiores” já era uma realidade entre os povos, manifestando-se através da cor da pele, do tipo de cabelo, dos rituais religiosos, dos valores morais, das características culturais etc. O racismo não teve um único berço ou período de gestação: durante toda a história, ele se fez revelar nas mais variadas formas e pelos mais diversificados meios. Todavia, foi somente a partir do limiar da era moderna, mais precisamente a partir dos anos 1400, que o racismo passou a enfatizar a questão da cor da pele. Isso se deu como conseqüência da dominação européia sobre os outros povos (asiáticos africanos e americanos).

Com o avanço da ciência, a idéia de “raça” como fenômeno biológico teve grande destaque nos primórdios do século XVIII. Já no século XIX, com o advento dos conceitos sobre evolução humana, a questão biológica tornou-se preponderante para se classificar uma “raça” como inferior ou superior. Os ideais eugênicos de Francis Galton culminaram numa verdadeira febre racial na Europa. E com o surgimento do chamado Darwinismo Social, a propaganda racista alcançou todo o mundo, servindo de pretexto para a opressão e aniquilamento de inúmeros povos, principalmente na África e na Ásia.

Um dos autores que muito contribuiu com a questão foi o naturalista e capitalista inglês Charles Darwin. Embora a idéia de que havia diferentes “raças humanas” não fosse exclusividade sua, é certo que em todas suas obras ele fez menção desse aspecto. Isso pode ser visto, por exemplo, em seu livro muito pouco conhecido, intitulado “A expressão das emoções no homem e nos animais”, conforme enxertos a seguir, compilados por mim:

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CHARLES DARWIN: “A EXPRESSÃO DAS EMOÇÕES NO HOMEM E NOS ANIMAIS”:

“Quinto, parecia-me de extrema importância estabelecer se, como se afirmou com freqüência, mas com escassas evidências, encontramos as mesmas expressões e gestos nas diferentes
raças humanas, especialmente aquelas que tiveram pouco contato com os europeus. Sempre que determinadas mudanças nas feições e no corpo exprimirem as mesmas emoções nas diferentes raças humanas, poderemos inferir, com grande probabilidade, que estas são expressões verdadeiras, ou seja, que são inatas ou instintivas” (p. 20).

“As respostas referem-se a muitas das mais selvagens e peculiares
raças humanas” (p.20).

“Conclui-se, a partir das informações assim adquiridas, que um mesmo estado de espírito exprime-se ao redor do mundo com impressionante uniformidade; e este fato é ele mesmo interessante como evidência da grande similaridade da estrutura corporal e da conformação mental de todas as
raças humanas” (p. 22).

“Todavia, algumas das dúvidas e dificuldades foram afastadas com a observação de crianças, doentes mentais, diferentes
raças de homens, obras de arte e, finalmente, dos músculos faciais sob o efeito de correntes galvânicas, como realizado pelo Dr. Duchenne” (p. 23).

”Isso foi particularmente auspicioso, pois os aborígines australianos estão entre as mais peculiares
raças humanas” (p. 24).

“As várias espécies e gêneros de macacos expressam seus sentimentos de muitas maneiras diferentes; e esse fato é interessante, pois tem alguma relação com a questão sobre como classificar, em espécies ou variedades, as assim chamadas
raças humanas; pois, como veremos nos próximos capítulos, as diferentes raças humanas exprimem suas emoções e sensações de maneira notavelmente uniforme ao redor do mundo” (p. 115).

“O fato de lacrimejar durante o riso é comum a todas as
raças humanas, como veremos num capítulo posterior” (p. 139).

“A expressão de tristeza, gerada pela contração dos músculos da tristeza, de forma alguma se restringe aos europeus, mas parece ser comum a todas as
raças humanas” (p. 151).

“Fiquei ansioso para saber se as lágrimas acompanhavam as gargalhadas na maioria das
raças humanas, e soube por meus colaboradores que isso realmente acontece” (p. 175).

“Em todas as
raças humanas a expressão de bom humor parece ser igual e é prontamente reconhecida” (p. 181).

“No que diz respeito à alegria, sua expressão natural e universal é o riso; e, em todas as
raças humanas, o riso exaltado faz os olhos lacrimejarem mais facilmente do que qualquer outra causa, excetuando-se a aflição” (p. 185).

“Um ajoelhar-se humilde, com as mãos juntas e viradas para o alto, parece-nos, pela força do hábito, um gesto tão apropriado para a devoção que poderíamos pensar que ele é inato. Mas não encontrei nenhuma evidência desse fato nas inúmeras
raças humanas fora da Europa” (p. 187).

“Veremos, porém, num próximo capítulo, que em diversas
raças humanas a surpresa algumas vezes provoca discreta protrusão dos lábios; embora surpresa ou espanto intensos costumem exprimir-se por uma grande abertura da boca” (p.197).

“A resposta de meus colaboradores foi quase unânime à minha pergunta sobre a possibilidade de se reconhecer as expressões de culpa e dissimulação entre as diferentes
raças humanas” (p. 223).

“Também estava ansioso por saber se o gesto era praticado por outras
raças humanas, especialmente aquelas que não tiveram muito contato com os europeus” (p. 228).

"No geral, percebe-se uma considerável diversidade quanto aos sinais de afirmação e negação nas diferentes
raças humanas” (p. 236).

“Meus colaboradores responderam de forma surpreendentemente unânime no que se refere a essa expressão nas diferentes
raças humanas” (p. 238).

“Não sei se esse gesto é comum a todas as
raças humanas, já que deixei de fazer perguntas sobre esse tema” (p. 244).

“Há ainda um outro pequeno gesto, exprimindo surpresa, para o qual não tenho explicação; a saber, a mão ser colocada à frente da boca ou em alguma parte da cabeça. Isso foi observado em tantas
raças humanas que deve ter alguma origem natural” (p. 246).

“No que diz respeito à manifestação do medo nas várias
raças humanas, meus colaboradores concordam que os sinais são os mesmos exibidos pêlos europeus” (p. 250).

”Os pequenos vasos do rosto se enchem de sangue, pela sensação de vergonha, em quase todas as
raças humanas, ainda que nas raças muito escuras não seja possível distinguir mudança de cor” (p. 268).

“Os fatos aqui recolhidos são suficientes para demonstrar que o
enrubescimento, com ou sem mudança de cor, é comum à maioria, provavelmente a todas as raças humanas” (p. 272).

“Entre os europeus, o corpo todo pinica levemente quando o rosto enrubesce intensamente; e nas
raças humanas que habitualmente andam quase nuas, o rubor estende-se por uma superfície bem maior do que em nós” (p. 278).“Deixei de perguntar em meus questionários impressos se a timidez pode ser detectada nas diferentes raças humanas” (p. 281).

“Também terão dificuldades para explicar por que
negros e outras raças de pele escura enrubescem, já que neles a mudança de cor na pele é quase ou totalmente invisível” (p. 286).

“Há razões para se acreditar, a julgar pelas capacidades de diferentes
raças humanas, que os efeitos são hereditários” (p.287).

“Podemos inferir que esses e alguns outros gestos são hereditários por serem realizados por crianças muito pequenas, pêlos nascidos cegos e pelas mais variadas
raças humanas” (p. 297).

“Esse é um fato interessante, pois acrescenta um novo argumento a favor da teoria de que as
inúmeras raças descendem de um mesmo tronco parental, que deveria ser já quase totalmente humano na estrutura, e em grande medida na mente, antes do período no qual as espécies divergiram” (p. 304).

“Contudo, se considerarmos os numerosos aspectos estruturais que não guardam relação alguma com as expressões, comuns a todas as
raças humanas” (p. 305).

”Entretanto, essa teria de ser a explicação se as diferentes
raças humanas descendessem de inúmeras espécies aborígines distintas” (p. 305).

“Parece bem mais provável que os muitos pontos de grande semelhança entre as
várias raças devam-se à herança de uma única forma parental, que já havia adquirido um caráter humano” (p. 305).

“De todas as expressões, o rubor parece ser a mais estritamente humana; porém, ele é comum a todas, ou quase todas, as
raças humanas, independentemente de se ver ou não alguma mudança de cor na pele” (p. 307).

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Fonte:
Charles Darwin: “A expressão das emoções no homem e nos animais”. Tradução Leon de Souza Loho Garcia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.