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O mito de Darwin e os outros mitos - IV

FÁBULAS DA CIÊNCIA

A TEORIA DA FLOGÍSTICO (OU FLOGISTO)
Essa teoria dizia que todos os corpos combustíveis, incluindo os metais, possuíam um material comum, o flogístico, que escapava durante a combustão, mas podia ser facilmente transferido de um para outro corpo. Embora esse tal “flogístico” nunca tenha existido, durante quase cem anos ele foi aceito como um fato consumado.

A GERAÇÃO ESPONTÂNEA (OU ABIOGÊNESE)
De acordo com Amabis e Martho, em “Fundamentos da Biologia Moderna”, “até meados do século XIX, a população em geral e parte considerável dos cientistas recorriam à teoria da geração espontânea, também conhecida por abiogênese, para explicar a origem da vida na Terra”.

O LAMARCKISMO
Da forma como foi inicialmente formulado por Lamarck, esta teoria dizia, por exemplo, que se o rabo do cachorro fosse cortado a cada geração, os rabos curtos seriam finalmente herdados geneticamente.

A TEORIA DA RECAPITULAÇÃO

Essa teoria, que tinha como lema “a ontogenia recapitula a filogenia”, afirmava que o desenvolvimento embrionário de cada espécie, ou seja, a ontogenia, recapitulava a história dessa mesma espécie, ou seja, a filogenia. Com outras palavras, dizia-se que ao longo do seu desenvolvimento embrionário um indivíduo representava uma das formas que teve em sua história evolutiva.

A TEORIA DO ÉTER

O “éter” foi uma forma que alguns cientistas usaram para exemplificar o que denominaram de “observador privilegiado”, algo imaginado a partir das dificuldades em explicar a teoria eletromagnética.

A TEORIA DOS QUATRO HUMORES
Segundo esta teoria, o corpo humano é composto de quatro substâncias básicas, que denominaram de “quatro humores”, a partir do qual era possível indicar como se encontrava a saúde de uma pessoa.

A FRENOLOGIA
Esta teoria afirmava que o formato do crânio, da cabeça e da feição podia revelar tendências criminosas numa pessoa. Um que usou e abusou desta teoria foi o médico italiano Cesare Lombroso.

LENDAS DO DARWINISMO

A "SOBREVIVÊNCIA DO MAIS APTO"
Segundo o darwinismo, a Seleção Natural tende a favorecer o indivíduo mais forte, mais esperto, mais inteligente e mais egoísta no sentido de preservação da própria vida e descendência, contudo, além de se tratar de mera tautologia, tal assertiva não explica, por exemplo, por que a natureza criou heróis altruísticos prontos a se sacrificar pelos mais fracos.

A COEVOLUÇÃO

A chamada "coevolução" não consegue explicar satisfatoriamente as relações entre um hospedeiro e o seu parasita, levando em conta, por exemplo, a hiperfecundidade deste último.

O ADAPTACIONISMO
O adaptacionismo é uma das mais utilizadas muletas darwinistas. Quando um argumento adaptativo falha, tenta-se outro em seu lugar. Se se descobre, por exemplo, que o rosto largo dos Esquimós não foi uma adaptação ao frio, diz-se que fora assim constituído para aumentar a força mastigatória das suas mandíbulas etc. e tal.

O ALTRUÍSMO

Segundo explicação darwinista, ao beneficiar seus parentes, os atos altruístas preservem os genes altruístas, mesmo que o altruísta não seja aquele que vai perpetuá-los, de modo que, ao executá-lo, um altruísta estará na verdade aumentando sua própria representação genética em futuras gerações. Ou seja, a seleção favorecerá a preservação desses genes altruístas. Porém, o que dizer de atos altruístas em benefício de não-parentes?

O GRADUALISMO

Segundo os darwinistas, a evolução deu-se lenta e gradativamente e, a chamada explosão marcaria apenas o primeiro surgimento no registro fóssil de criaturas que teriam se desenvolvido durante boa parte do pré-cambriano. Sendo assim, o que teria impedido a fossilização de faunas tão ricas?

O RELOJOEIRO CEGO

Uma das maiores dificuldades da tese do “relojoeiro cego” refere-se à sua extrema incapacidade em explicar a evolução gradual dos sistemas bioquímicos complexos ou como um estágio evolutivo sucedeu outro nesse caso específico.

A SELEÇÃO DE PARENTESCO

Por que, afinal, toda espécie ameaçada em sua sobrevivência não poderia reagir ao desafio pelo o aumento de sua fertilidade? Por que não seriam eliminadas todas as espécies, exceto as mais férteis?


É isso!

O mito de Darwin e os outros mitos - III


Certamente ninguém duvida que as narrativas populares brasileiras, como às do “saci-pererê”, “negrinho do pastoreio”, “mula-sem-cabeça” e o “boitatá” etc., são estórias sem nenhuma conexão com a realidade!

Com exceção das crianças que ainda tomam mamadeira, nenhuma outra pessoa que já assistiu um desenho da Disney duvidará que as estórias ali contadas fazem parte dos mundo das fábulas!

Pessoa alguma terá dificuldade em concluir que os maravilhosos contos dos irmãos Grimm, como “Branca de Neve e os Sete Anões”, são histórias fictícias sem conexão com o mundo real!

Todos sabem que as belíssimas fábulas contadas por Esopo nada mais são do que historietas de cunho imaginário, as quais fazem parte de um legado histórico quase desconhecido!

Quem já leu os Lusíadas de Camões certamente deve saber que o poeta fez uso de vários mitos para exaltar a bravura e a coragem do povo português, como, por exemplo, o conselho dos deuses!

Pois bem. Não tenho a menor dúvida de que a estória de um sapo que após ter sido beijado por uma princesa se transformou num príncipe, seja de fato um conto de fada. Mas, por que cargas d’água é considerada verdadeira a estória de um serzinho unicelular, o qual vivendo inicialmente numa sopa desenvolveu-se ao acaso até se transformar num
Australopithecus e depois em Charles Darwin?

- Que absurdo, comparar a ciência com mitos! diria algum deslumbrado com o maravilhoso mundo de Darwin.

Ora, desde quando a ciência não tem mitos? E o mais importante: desde quando inferências filosóficas podem ser consideradas ciência no sentido facutal do termo? A flogística, por exemplo, ao seu tempo fora tida como ciência inquestionável. Hoje é apenas estudada em livros sobre história da ciência. Portanto, enquanto o darwinismo não abandonar seu lado fabuloso, lendário e mitológico; enquanto não assumir sua posição primordialmente filosófica, não poderá ser levado assim tão a sério. Do contrário seríamos injustos para com as fadas, os duendes e os gnomos.

E, dando continuidade à série "o mito de Darwin e os outros mitos", seguem mais uma sucessão de gravuras de cunho igualmente fabulso, dentre as quais figuram às do folclore brasileiro e, obviamente, à da velha e famigerada Nova Mitologia Darwiniana.


FOLCLORE BRASILEIRO

LENDAS DA DISNEY

CONTOS DOS IRMÃOS GRIMM
FÁBULAS DE ESOPO

MITOS PORTUGUESES

MITOLOGIA DARWINIANA

É isso!