Segundo o referido periódico, Gustav Potthoff (vide imagem), que se declarou um ateu convicto, agrediu com uma faca o seu companheiro de quarto, na Flórida, porque ele (o seu amigo) apresentava alguma semelhança com Jesus Cristo, o que ele confessou na delegacia. Para sua defesa Potthoff exigiu um advogado que partilhasse igualmente do seu ateísmo.
Ateu convicto agride colega que se parecia com Jesus ((rs))
Segundo o referido periódico, Gustav Potthoff (vide imagem), que se declarou um ateu convicto, agrediu com uma faca o seu companheiro de quarto, na Flórida, porque ele (o seu amigo) apresentava alguma semelhança com Jesus Cristo, o que ele confessou na delegacia. Para sua defesa Potthoff exigiu um advogado que partilhasse igualmente do seu ateísmo.
O ateísmo religioso mostra sua cara
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Origem das imagens:
Os "Ateulibans"
Taliban é uma palavra árabe que designa um movimento islâmico de características fundamentalistas e nacionalistas, especialmente no Afeganistão. Dentre as ações de que se incumbe a organização, destaca-se o modo de proceder dos chamados homens-bombas, os quais, em nome de sua fé e ideais, explodem os próprios corpos, levando consigo o maior número possível de “infiéis”.
É o principal expoente desse grupo fundamentalista o zoólogo inglês Richard Dawkins, autor do livro “Deus, um Delírio”, com o qual busca provar que a crença em Deus é, na realidade, uma grande ilusão. Seu ódio contra a religião é de tal monta que chegou ao ponto de elaborar uma teoria específica para tentar explicar a propagação universal da fé, teoria essa denominada “memes”. Segundo Dawkins a fé é como o vírus da varíola, porém, mais difícil de ser erradicado. Embora diga que não ataca uma religião em especial, na prática o seu fundamentalismo é destilado mais intensamente em relação ao cristianismo e ao islamismo, o que pode ser explicado pela maior influência dessas religiões nas sociedades de um modo em geral.
É isso!
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Imagem:
http://marymagdalen.blogspot.com.br/
Darwin e a causa neo-ateísta

Talvez Karl Marx, que se referiu à religião como o “ópio do povo”; ou, quiçá, Stalin, Mão Tse Tung e Fidel Castro, que perseguiram os religiosos e mandaram fechar as igrejas. Indo mais longe, pode-se aventar o nome de Epicuro, o qual, embora não fosse propriamente ateu, desdenhou dos deuses, afirmando não haver motivos para temê-los, quer na vida ou quer após a morte. Temos ainda o escritor português José Saramago, que via a Bíblia como um “manual de maus costumes” e que desaconselhava sua leitura entre os jovens; também podemos fazer menção de Friedrich Wilhelm Nietzsche, o qual proclamou “a morte de Deus” e atacou frontalmente a fé cristã. Outros nomes poderiam ainda ser lembrados, tais como: Charlie Chaplin, que professou seu ateísmo, segundo ele, pelo “simples senso comum”; Sigmund Freud, que via a religião como uma neurose obsessiva; o músico inglês John Lennon, que dizia acreditar apenas em si próprio; Isaac Asimov, que via a Bíblia como a maior arma a favor do ateísmo. E, por fim, pode-se pensar no ícone atual do novo ateísmo, o ideólogo Richard Dawkins, que afirmou ser a fé um dos maiores males do mundo, comparável ao vírus da varíola, porém mais difícil de erradicar.
Razões não faltam para se eleger um desses nomes como o “melhor representante” do não-Deus ou do anti-religião; porém, é o nome de Charles Darwin que se desponta no horizonte alvoroçado desses novos ateus; Darwin é o nome mais lembrado e o que mais se liga à causa neo-ateísta, atualmente. Prova disso é a data que se escolheu para assinalar aquilo que eles denominaram de “O Dia do Orgulho Ateu”, ou seja, o dia 12 de fevereiro, o mesmo do nascimento do naturalista inglês e autor do “A Origem das Espécies”.
Não é à toa que a Evolução, para esses novos ateus, transformou-se num evento essencialmente ateísta e o que mais contrasta com a ideia de um Deus criador. Sem dúvida um enorme obstáculo aos darwinistas de tendências religiosas. Ademais, a luta inglória dos devotos de Darwin em elevar à Teoria da Evolução ao status de lídima ciência, só perde com isso, afinal, faz com que ela (A Teoria da Evolução) seja cada vez mais vista pelos crentes como uma opositora de suas crenças e, consequentemente, como um estorvo para a fé
É isso!
"Ônibus ateu" no Brasil

No entanto, para desalento dos pregadores neo-ateístas, principalmente daqueles que ofertaram espontaneamente seu “dízimo” para a manutenção da campanha, todas as cidades citadas rejeitaram a proposta, restando ao “aos engomadinhos dawkinsianos” a velha e esfarrapada desculpa de que foram vítimas de um vergonhoso preconceito: "As seguidas recusas de prestação de serviço são uma confirmação contundente da força do preconceito contra os ateus, e da necessidade de acabar com ele. Nossas peças nada têm de ofensivas, e o teor de suas críticas empalidece frente às copiosas afirmações dos livros sagrados de que ateus são odiosos, cruéis, maus e devem ser eliminados. Existe um duplo padrão em ação aqui", diz Daniel Sottomaior, presidente da Atea.”
Pessoalmente não vejo o menor problema com este tipo de campanha, afinal vivemos num país dito democrático, onde cada pessoa deve ter plena liberdade para externar suas crenças ou extravasar suas descrenças, é claro, desde que se respeitem algumas regras básicas do bem-viver. O problema, penso eu, reside no fato de acreditarem que estão lutando em prol da erradicação de um preconceito, quando na realidade estão apenas reproduzindo ao seu próprio modo aquilo que já há bom tempo fizeram e ainda continuam a fazer as religiões mais aguerridas, como e “Igreja Universal do Reino de Deus”. Aliás, até sugiro a esses novos ateus que dêem um nome definitivo ao seu conglomerado, algo do tipo: “Anti-igreja Universal do Reino de Dawkins” ou algo que os valham.
É isso!
A hora e a vez das ideologias



Quando voce se tornou ateu?

As respostas estavam distribuídas em quatro alternativas, norteadas por diferentes idades, a saber:
1. Até os 15 anos;
2. Dos 15 aos 18 anos;
3. Dos 19 aos 21 anos;
4. Mais de 22 anos.
Das 743 pessoas que participaram, 310 delas (equivalentes a 41%) afirmaram que se tornaram atéias até os 15 anos de idade, e 279 (ou seja, 37%) ficaram no patamar dos 15 aos 18 anos. Resumindo, 78% do que votaram na pesquisa declararam que a opção pelo ateísmo deu-se na idade que vai até os 18 anos.
É claro que não se deve creditar muita importância a este tipo de inquirição, que é feita no anonimato e sem lá muito critério. Todavia, ao que tudo indica, ela realmente parece refletir ao menos um pouco dessa realidade. O período que vai até os 18 anos, é aquele em que jovem sente profunda necessidade por se "rebelar contra o sistema". Com "sistema" entenda-se políticos, professores, líderes religiosos, os próprios pais e a divindade (ou deuses) que estes adoram.
É isso!
Ateus sabem mais de religião que os próprios religiosos
Uma recente notícia fez acender ainda mais os brios anti-religiosos da nova vertente neo-ateísta.
Segundo uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo Pew Forum sobre Religião e Vida Pública, os ateus sabem mais sobre religião do que os próprios religiosos.
A pesquisa feita com 3.400 pessoas (ateus, agnósticos, judeus, cristõas, protestantes, católicos, mórmons etc.) pautou-se em 32 questões de múltipla escolha acerca da Bíblia, doutrinas e personagens religiosas. Do resultado final, alguns dados mereceram destaques. Por exemplo:
- 53% dos protestantes não conseguiram identificar Martinho Lutero como o homem que começou a reforma de sua religião;
- 45% dos católicos não sabem que a Igreja ensina que o pão e o vinho consagrados na comunhão não são apenas símbolos, mas realmente o corpo e o sangue de Cristo;
- 43% dos judeus não sabiam que Maimônides, um dos maiores filósofos do judaísmo e autoridade rabínica, era judeu;
- 51% dos entrevistados sabiam que Joseph Smith era mórmom;
- 82% das pessoas questionadas sabiam que Madre Teresa era católica.
Sinceramente essa pesquisa não me causou a menor surpresa, afinal já é mais que notória a obsessão desses novos ateus por questões envolvendo a religião. Daí não ser nenhuma novidade eles saberem mais sobre religião do que os próprios religiosos. Há ateus especializados, por exemplo, em encontrar contradições na Bíblia. Alguns são capazes de perder horas debruçados sobre o livro dos cristãos, a fim de proclamarem aos quatro ventos que Deus não existe etc. e tal. São tão religiosos quantos aqueles religiosos que lêem Darwin para provar que a evolução é cousa do diabo. Entenda-se esses ateus!
É isso!
"Ateísmo religioso": faz sentido?

O que exatamente caracteriza uma pessoa como religiosa?
Bom, segundo os dicionários, “religioso” é a pessoa que fez votos e ingressou numa congregação ou numa ordem religiosa. Seria, portanto, alguém que pratica determinados preceitos e que seguem regras ou doutrinas estabelecidas por esta mesma ordem religiosa.
Bom, definição posta, vejamos agora porque faz certo sentido denominar os neo-ateístas, ou seja, os "ateus a la Dawkins", de “ateus religiosos”. A idéia não é menosprezar ou caçoar nem o ateu nem a própria religião, mas apenas mostrar que o comportamento dessas pessoas ditas “racionalistas” não diferem muito daqueles vivenciados por um religioso tradicionalmente entendido como tal, ou seja, o crente. Veja-se, por exemplo, os seguintes textos:
1.OPINIÃO DA ATEA - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ATEUS E AGNÓSTICOS:
"Ritos de passagem - Ritos de passagem são aqueles que marcam momentos importantes na vida das pessoas. Os mais comuns são os ligados a nascimentos, mortes, casamentos e formaturas. Em nossa sociedade, os ritos ligados a nascimentos, mortes e casamentos são praticamente monopolizados pelas religiões. Já as formaturas não costumam ser, em si, religiosas, mas frequentemente têm importantes momentos religiosos. Como podem se posicionar ateus, agnósticos e todos os demais não-religiosos quanto a isso? Esta seção é para ajudá-lo a responder essa pergunta.
Há muitas saídas possíveis. Os não-religiosos que não se importam em participar de cerimônias religiosas não terão problema algum. Mas há também aqueles que entendem a religião como um mal e rejeitam qualquer tipo de influência religiosa em suas vidas podem procurar alternativas puramente seculares...
Naturalmente, excluir todas cerimônias religiosas pode não ser possível no caso de formaturas, em que o cerimonial é uma decisão pactuada pelo grupo de formandos -- ou, mais comumente, fixada sem qualquer consideração pela diversidade dentro do grupo. Nesse caso, pretendemos oferecer textos que ajudem os formandos a se posicionar com clareza e modelos de cartas que eles podem enviar à comissão, expondo seu ponto de vista. E, é claro, o formando sempre tem a opção de não participar do processo de formatura, ou simplesmente se retirar nos momentos religiosos. Não resta dúvida de que os demais formandos têm todo direito de promover as cerimônias religiosas que bem entenderem, mas surgem problemas caso elas se misturem aos momentos não religiosos ou sejam financiadas pelo dinheiro que é de todos."
2. OPINIÃO DE UM PASTOR EVANGÉLICO DA IGREJA PRESBITERIANA
Está chegando a época e um assunto polêmico vem à tona novamente: crente pode participar ou fazer Festas Juninas?
Milho verde, canjica, pé-de-moleque, quebra-queixo, pipoca, muita música… Dançar quadrilhas, pular fogueira, soltar fogos e outras manifestações se tornaram comuns nos meses de junho, marcando as conhecidas festas juninas. Com forte raiz cultural e folclórica, elas guardam cada vez menos a tradição católica de celebrar os “santos” Antônio, João e Pedro. Todos os anos, o mês de junho traz à tona uma discussão que divide opiniões.
[...]
Para o pastor José Vicente de Lima, da 1ª Igreja Presbiteriana de Vila Velha, os evangélicos deveriam ignorar este tipo de festividade e, nem por isso, sua atitude configuraria extremismo. Ele não concorda com a inclusão evangélica nem mesmo em se tratando de comemorações em outras datas e com outros nomes, como “festa na roça” ou “festa caipira”. “Com todo o respeito a quem queira participar, a configuração da festa muda, mas o mandamento do Senhor é o mesmo. Nós pregamos isto. E ao não seguirmos este mesmo Senhor, perdemos a comunhão íntima com ele. As pessoas podem até dizer que não concordam com isso porque os tempos e os costumes são outros, mas a Bíblia é a mesma”, justifica.
O pastor José argumenta que a alegria do evangélico é outra, que não é necessário afastar-se das coisas do mundo, mas que se deve buscar primeiro sabedoria e discernimento espiritual. Entretanto, para ele, de acordo com a Palavra a proibição é evidente. Alguns podem participar destas festas e não se deixar dominar, mas outros acabam incorrendo em erro. Para não errar, o melhor seria não ir. “O senhor participou de festas, de casamentos sem com isso se contaminar. Há festas e festas”, encerrou."
3. OPINIÃO DE UM CATÓLICO APOSTÓLOCO ROMANO
É permitido a um católico participar de um evento protestante?
Antes de tudo, devemos ter consciência da Doutrina da Igreja Católica acerca da Salvação e da existência de uma Única Igreja:
“Existe portanto uma única Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele. (Dominus Iesus,nº 16).”
[...]
Se você sabe que lá o pastor vai falar algo contra a fé, ou pelo menos suspeita que isso aconteça você não pode ir.
Nesse item entram por exemplo, pregações ou músicas que falam mal de Nossa Senhora, da Igreja, do Papa, dos sacerdotes, ou (o mais comum) músicas ou pregações cuja intenção seja principal ou unicamente o proselitismo (arrebatar fiéis)...Ora, se sabemos que existe a necessidade de que todos se convertam à Igreja Católica, seria extremamente incoerente ir num evento cujo objetivo seja exatamente o contrário."
4. OPINIÃO DE UM JUDEU PROGRESSISTA:
Um não-judeu pode usar Talit?
Esta pergunta é o tema de duas responsas reformistas. O rabino Solomon B. Freehof permite que um líder religioso não-judeu use um talit em um serviço ecumênico em uma sinagoga. Ele argumenta que uma vez que o talit, especialmente o tsitsit, é menos sagrado do que a Torá e seus pertences, e uma vez que o Talit e o tsitsit podem ser descartados quando deixam de ser usados — diferente da Torá, que deve ser guardada em uma guenizá — nós devemos lidar com eles de maneiras diferentes. Ele vai mais adiante ao considerar que nós podemos oferecer o talit ao não-judeu "em nome da paz". Porém, o rabino Walter Jacob menciona que usar o talit é uma mitsvá (mandamento) da Torá que requer uma brachá (bênção); por sua vez, esta brachá menciona especificamente Israel como o povo escolhido e assim, só pode ser recitada por um judeu. Assim sendo, um não-judeu pode usar talit durante o serviço matutino de Shabat?"
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Bom. Embora a posição da ATEA seja assim, digamos, mais "aberta", ou seja, ela não condena aqueles que queiram participar de eventos que envolvam "ritos religiosos", nota-se porém que ela se disponibiliza a oferecer alternativas aos ateus "que entendem a religião como um mal e que rejeitam qualquer tipo de influência religiosa em suas vidas". De algum modo, portanto, está ali implícito o desejo de guiar, de orientar, de "mostrar o verdadeiro caminho" àqueles que não querem se deixar influenciar por ritos religiosos, da mesma forma como os religiosos citados aconselham seus fiéis a evitar os "ritos mundanos".
É isso!
O ateísmo religioso contra-ataca mais uma vez

Desta vez os “novos rebeldes” promoverão dois eventos na América. O primeiro será um Simpósio que acontecerá na cidade do México, denominado “Primeiro Coloquio Mexicano de Ateísmo”, cujo tema, como não haveria de ser de outra forma (e aqui faço jus mais uma vez ao “ateísmo religioso”), tem sua inpiração na Bíblia: "La fe NO mueve montañas, la ciencia sí" (extraída da frase de Cristo “A fé remove montanhas”). O evento está sendo promovido pela “Atheist Alliance International”, e abordará, entre outros assuntos, a relação igreja-estado, o papel da religião na educação, a luta contra o fundamentalismo e, DESTAQUE para: a teoria da evolução e sua relação com a biologia moderna. Comparecerão por lá muitos ativistas estrangeiros, os quais também estão empenhados em “mandar Deus embora”.
O outro evento será a “Primeira Convenção Sul-americana de Ateísmo”, a primeira no mundo a ser realizada no Continente Americano. O evento tentará reunir os maiores expoentes do mundo ateu, tanto sul-americanos quanto de outros continentes. A cidade escolhida será Buenos Aires (Argentina), e terá como tema: “alcançando o ateísmo pelo caminho da ciência”. Segundo consta já estão confirmados os seguintes nomes: James Randi, Paul Kurtz, Alejandro Borgo (de CFI Argentina), Fernando Lozada, Carmen Dragonetti, Fernando Tola, Mario Bunge e, obviamente, o "papá" Richard Dawkins. José Saramago também estava na lista (o escritor faleceu este ano).
É isso!
O ateísmo religioso "ataca" agora na Argentina
"Ônubus ateu" em Mar del Plata - Argentina
Os novos ateus, portanto, muito mais do que “sair do armário”, estão claramente buscando atingir os mesmos espaços antes ocupados pelas religiões, por meio de congressos, campanhas, marchas, apostasias coletivas, propagandas e planfetagens, em uma explícita “atealização” das massas, cujo grande objetivo e a "liberdade do livre pensar", numa espécie de “contra-reforma” às avessas, com bruxas também "às avessas" . ((rs))
Enquanto isso, aconteceu recentemente em Zaragoza, Espanha, uma “churla” (palestra, bate-papo), com o tema: “LA NECESIDAD DEL ATEISMO."
É isso!
A nova cara do ateísmo militante

Segundo o jornal, Harry Taylor, um ateu militante de 59 anos, que deixou imagens explícitas satirizando figuras religiosas em uma sala de orações no aeroporto John Lennon, em Liverpool, foi sentenciado a seis meses de prisão. Dentre os cartazes que ele deixou estava uma imagem de Jesus Cristo sorrindo, crucificado e, ao lado, uma propaganda de uma cola que dispensa o uso de pregos. Em outro cartaz, diz a notícia: "uma imagem mostrava militantes suicidas parados nas portas do paraíso onde outra pessoa fala: "Parem, parem, acabaram as virgens".
Em sua defesa, Taylor disse "que sofreu abuso sexual de um padre católico quando era jovem. Ele acrescentou que não guarda ressentimentos contra membros de religiões, apenas estava tentando converter as pessoas ao ateísmo".
É... Já não se faz mais ateus como antigamente! ((rs))
É isso!
Conclave mundial do novo "ateísmo religioso"

Este tipo de notícia vem ao encontro daquilo que há tempo venho afirmando, ou seja, que esta nova vertente ateísta é literalmente uma religião às avessas. Este evento me lembra ainda os antigos conclaves que se faziam na Idade Média, a fim de se discutir as melhores formas de se combater os "hereges". Esses ateus religiosos são tão ou quase fanáticos quanto os antigos discípulos de Torquemada, com o diferencial do tempo e das armas. Sinceramente, como um não-ateu, não me sentiria seguro caso minha vida dependesse da decisão de um desses extremistas do "não-deus".
É isso!
"Ateofobia" e falta do que fazer
Todavia, o fato em si de uma pessoa pertencer a determinada minoria não lhe confere qualquer respaldo lógico para que se sinta perseguida ou sujeita a teorias conspiratórias. O exemplo dos ateus encaixa-se perfeitamente nessa falsa “fobia”.
O “preconceito” contra os ateus é tão “perigoso” quanto o “preconceito” do corintiano pelo palmeirense, ou do brasileiro pelo argentino etc. Portanto, esta exigência ideológica de grupos neo-ateístas em levantar a bandeira da criminalização da “ateofobia”, além de totalmente infundada, é completamente desnecessária. Em outras palavras: falta do que fazer!
Entre as justificativas para institucionalizar esta tal “ateofobia”, citou-se, por exemplo, esta pesquisa da Fundação Perseu Abramo:
O fato de um religioso ter aversão a um ateu, ou de um ateu ter antipatia a um religioso, isso em si não culminará numa guerra de vida e morte ente ambos os grupos.
Na verdade esta luta besta pela “criminalização da ateofobia” entra no mesmo bojo ideológico dos ateus chiques e perfumados (como diria Enézio de Almeida), tal como o pretendido “Dia do Orgulho Ateu”. Trata-se, portanto, de mais um lobby com a mesma e velha camuflagem do “politicamente correto”.
Haja!
Ateísmo Religioso: campanha de excomunhão



"Nós, membros da Associação Peruana de Ateus - APERAT, fazendo uso de nossa plena liberdade e com absoluta consciência do significado e alcance de nossa petição, desejamos manifestar ao Sr. Juan Luis Cipriani, Cardeal do Peru, assim como aos representantes máximos da Igreja Católica, o seguinte:
Reconhecemos na Igreja Católica a corporação mais intolerante, homicida e destrutiva de todas quanto existiram historicamente. Reconhecemos em sua doutrina uma ideologia de ódio e de guerra..." E por ái vai...
Uma cousa que me chama a atenção nesses novos ateus, é o sentimento de "rebeldia" de que tanto se orgulham. Todavia, não é uma rebeldia voltada para ideais sociais elevados. Eles não estão lutando a favor de uma minoria oprimida, mas contra aquilo que não condiz com seus objetivos ideológicos. Os males que a religião causou ao longo da história, servem apenas como pretexto para se mostrarem "vítimas de um sistema opressor".
Segundo esses ateus militantes, nada há de bom na religião. Talvez nem comentem o fato de que uma religiosa que morrera entre tantos outros no terremoto no Haiti, estava ali com o intuito de prestar caridade às pessoas pobres. Esses "rebeldes sem causa" são tão hipócritas quanto alguns que se escondem sob à máscara do sagrado. A mim eles não enganam com esse falso discurso de racionalidade. Que saiam às ruas, que protestem e amaldiçoem os deuses, porém, isso em nada vai atenuar o fato de que estão andando pelas mesmas fileiras dos falsos padres, pelos mesmos caminhos dos pastores canastrões e pelos mesmos atalhos dos bispos e apóstolos cheios de vaidade pessoal.
Ateísmo Religioso: "Apostasia Coletiva"

No en mi Nombre!”, foi realizada no ano pasado, na Argentina, um evento neo-ateísta denominado “apostasía colectiva”, com a qual os ateus “chiques e perfumados” (como diria Enézio) se dirigiram ao arcebispo da Igreja Católica de Buenos Aires apresentando suas cartas de “apostasia”. Para quem não sabe, a palavra “apostasia” é de origem grega e significa afastamento ou rebelião. Na Bíblia diz-se de uma revolta deliberada contra Deus ou abandono consciente da crença na fé. O ato seria assim uma espécie de resistência à “dominação” da igreja: “resistimos a todo discurso ou operação de dominação sobre nossos corpos, nossos pensamentos e sentimentos e nossas práticas cotidianas de liberdade, oporemos ao seu poder pastoral o poder simbólico do nosso radical: “Não em meu nome!” Em outras palavras, seria uma manifestação de repúdio a suposta manipulação ideológica e material da Igreja católica na vida cotidiana dos argentinos.
Bom, não vejo problema algum das pessoas manifestarem suas opiniões livremente. Pois como dizia o cético Voltaire: “posso não concordar com nenhuma das vossas palavras, mas defenderei até a morte o vosso direito de enunciá-las.” Todavia, o meu direito termina quando começa o do outro. Não é porque curto as “músicas do tempo do gramofone” que vou colocar o som no último volume. Os ateus, incluindo os “chique e perfumados”, têm todo direito de criticarem a igreja ou qualquer outra instituição social, porém, não me venham com esse “bestológico” (besteira + ideologia) argumento de que são os arautos da liberdade, ou como diria no popular: “a última bolacha do pacote”. Querem gritar, gritem; querem blasfemar, blasfemem; querem apostatar, apostatem”, mas não me convidem para esse banquete ideológico cheio preconceitos e estereótipos, como se estivessem contra eles. Posso conviver pacificamente com um ateu sem sê-lo. Ser humano e saber tratar o próximo com respeito e dignidade, não significa sair pelas ruas com megafones xingando Deus e o mundo.
É isso!
"Ateus, uni-vos!" ((rs))

A "Asociación Civil de Ateos en Argentina - ArgAtea" está divulgando em sua página principal, um link para um tal “Llamado a los ateos del mundo”, uma espécie de convocação aos ateus para que se apropriem de sua “liberdade” em um mundo onde a "intolerância religiosa" os oprime. Fiz questão de traduzir (livremente) do espanhol o texto deste referido “chamado”, para termos uma noção de como está agindo esta nova vertente militante do ateísmo. Ei-lo:
Convocação aos ateus do mundo
Ateus do mundo, nossos direitos essenciais e os de toda a humanidade estão sendo violados, e nossa liberdade está sendo amputada pelas mesmas instituições religiosas que há séculos nos tem perseguido:
Cada vez que uma pessoa morre pela falta de um coração para transplantá-la e cada vez que um doente padece porque os religiosos conservadores rejeitam as pesquisas com células-tronco ou células-mãe.
Cada vez que uma mulher morre em conseqüência de um aborto clandestino e cada vez que uma criança é abandonada à sua própria sorte porque os religiosos conservadores se opõem à descriminalização do aborto e ao uso de métodos contraceptivos.
Cada vez que um homossexual é discriminado e cada vez que uma mulher é menosprezada pela intolerância religiosa.
Cada vez que uma pessoa morre de AIDS e cada vez que uma criança nasce com HIV, uma vez que as instituições religiosas condenam o uso de preservativos e a educação sexual.
Cada vez que pagamos, com nossos impostos, os advogados dos padres pedófilos e concedemos salários de juízes aos bispos.
Chegou o momento de darmos um basta, o momento de nos organizarmos para tomar o que é nosso, nossos direitos e nossa liberdade.
Em espanhol:
“Llamado a los ateos del mundo”
Ateos del mundo, nuestros más esenciales derechos, y los de toda la humanidad, están siendo violados y nuestra libertad está siendo coartada por las mismas instituciones religiosas que nos han perseguido durante siglos:
Cada vez que alguien muere innecesariamente porque no hay un corazón para transplantarle y cada vez que un enfermo sufre innecesariamente porque los conservadores religiosos se oponen a la investigación con células madre o troncales.
Cada vez que una mujer muere por un aborto realizado en la clandestinidad y con cada niño abandonado a su propia suerte porque los conservadores religiosos se oponen a la despenalización del aborto y a los métodos anticonceptivos.
Cada vez que un homosexual es discriminado y cada vez que una mujer es menospreciada por la intolerancia religiosa.
Cada vez que alguien muere de SIDA y cada vez que un niño nace con HIV porque las instituciones religiosas condenan la utilización de preservativos y la educación sexual.
Cada vez que pagamos, con nuestros impuestos, los abogados de curas pederastas y les damos sueldos de jueces a los obispos.
Ha llegado el momento de decir basta, el momento de organizarnos y tomar lo que es nuestro, nuestros derechos y nuestra libertad.
P.S.:
Ás vezes fico imaginando até que ponto me sentiria realmente seguro caso minha vida dependesse da decisão de um desses ateus extremistas. Note-se o absurdo das generalizações. Há inúmeros setores religiosos, inclusive alguns da vertente conservadora, que não vê o menor impedimento no uso das células-tronco e alguns até chegam a realizar casamentos entre homossexuais.
Eta mundo besta, meu Deus!
É isso!
"Proibida a entrada de Deus"

Motivos eu tenho de sobra para chegar a tal conclusão. No ano passado, por exemplo, foi organizada, na Inglaterra, uma colônia de férias de verão para jovens de 7 a 17 anos, onde o objetivo era promover uma "alternativa sem Deus". Segundo seus organizadores, a idéia era contribuir para o desenvolvimento do senso crítico entre os jovens. O evento, batizado de "Camp Quest", foi o primeiro acampamento para "filhos de ateus, agnósticos, humanistas, pensadores e todos aqueles que partilham de uma visão naturalista e que não acreditam no sobrenatural".
Entre outras atividades promovidas no acampamento, a principal consistia na busca por dois supostos unicórnios invisíveis. Foi oferecido um prêmio no valor de 10 libras àquele que conseguisse provar que tais animais não existiam. Obviamente a intenção era fazer um paralelo entre o tal unicórnio e a divindade (a doutrinação ateísta aqui é simplesmente jibóica). Além dessa atividade, uma outra dizia respeito à entonação de cânticos, "sem conotação religiosa", é claro. ((rs))
Por tudo isso, não restam dúvidas de que essa nova militância ateísta seja realmente um fenômeno sectário. Uma prova disso é a forma como se tem utilizado das mesmas armas e estratégias encontradas entre grupos religiosos, como é o caso específico dos acampamentos.
Bom, mas não há mal nenhum nisso, afinal, essa liberdade é garantida por lei. Contudo, apenas espero que não tentem imitar o terrível Torquemada; do contrário, muita gente pode ser queimada. ((rs))
A seguir, vão algumas das fotografias tiradas neste referido acampamento. E, aqui, a fonte das imagens:
















